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Roça da Cidade

Canastra, Destaque, Produtores-mapa, Queijo

18 de novembro de 2019

O tataravô do João veio de Carrancas – Minas Gerais, visitar uns parentes e lá conheceu Dona Messias, filha de uma família abastada da região de Serrinha, município de São Roque de Minas. Anos depois se casaram e iniciaram a produção de queijo na Canastra. 

A paixão do João e da Maria José pelo queijo e por manter viva a cultura de suas famílias, fez nascer há mais de vinte anos a Roça da Cidade: uma fazenda produtora de Queijo Minas Artesanal da Serra da Canastra. A localização próxima à cidade rendeu um apelido carinhoso pela família que acabou inspirando o nome da fazenda, que está no município de São Roque de Minas – Minas Gerais, ao sopé da Serra da Canastra. 

Hoje, o filho mais velho, Hugo, arquiteto por formação, dá continuidade a essa paixão de cinco gerações, transformando aquilo que era para ser um hobby em um negócio, desenvolvendo sistemas e processos que melhoram a eficiência e qualidade, sem perder a essência e tradição.

Verdadeiras obras de arte feitas a mão a partir do leite cru ordenhado diariamente na própria fazenda, proveniente do rebanho de vacas das raças Girolando e Caracu alimentadas à pasto.

Os queijos são produzidos em pequenos lotes (30 a 35 peças por dia) respeitando os quatro únicos ingredientes tradicionais – leite cru, coalho, pingo e sal. Receita da família, aprimorada pelas técnicas de higiene e boas práticas de fabricação para garantir um produto de alta qualidade. 

Na Roça é produzido o famoso Canastra Real, de seis quilos e que consome cerca de 65 litros de leite na fabricação, além dos queijos Merendeiro (cerca de 4 litros) e Tradicional (cerca de 12 litros).

“Tudo é feito com calma e paixão, com Indicação Geográfica protegida por lei” diz Hugo Leite, filho de João que atualmente trabalha com o pai e assume a continuidade da tradição.

Queijo Canastra de terroir

Não só o clima e a localização fazem a produção da Roça da Cidade ser tão particulares, o queijo é maturado na própria fazenda antes de ser vendido, o que permite o desenvolvimento de uma casca e textura particular através da ação da microflora natural da Serra da Canastra, conferindo ao queijo identidade e sabor. Existem peças que são maturadas por um ano e até um ano e meio, adquirindo um sabor mais forte e peculiar.

A queijaria segue as normas de qualidade regulamentadas pelo IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária) e possui o SELO ARTE, que permite a comercialização em todo o território nacional.

Com tanta proximidade com São Roque de Minas a fazenda não podia deixar de interagir com a população. Em um projeto realizado pela Cooperativa Educacional de São Roque de Minas a Roça da Cidade abriu suas portas para jovens e crianças aprenderem mais sobre suas raízes, disponibilizando sua queijaria para eles colocarem a “mão na massa” e produzirem o queijo da Canastra pela primeira vez.

“O resgate da história da produção do queijo artesanal está contribuindo para a elevação da autoestima das pessoas que hoje percebem uma grande oportunidade de geração de renda e melhoria da qualidade de vida de nosso povo” conta Maria José, diretora da Cooperativa Educacional de São Roque de Minas e esposa de João Leite. 

A Roça é aberta para visitação durante todos os dias do ano e conta com infraestrutura para receber grupos maiores e interessados em conhecer a história do queijo, seu processo de fabricação e outras curiosidades da luta dos produtores de queijo da Serra da Canastra. Os queijos também podem ser enviados via Correios e transportadoras ou podem ser encontrados nos parceiros espalhados por todo o Brasil.

História

João Carlos Leite liderou a luta pela legalização do Queijo da Canastra. É um dos ativistas, resistindo em manter a qualidade do seu leite e seu queijo. Motiva os produtores da Serra da Canastra a fazerem cursos de maturação e melhorarem a identidade visual dos seus queijos. Sua maneira simples de viver e preservar a cultura do queijo artesanal – que hoje pode ser considerado em extinção – ajuda a luta dos produtores da Canastra para manter viva essa história.

Rastreabilidade

No dia 19 de fevereiro de 2019 foi lançado o uso oficial das Etiquetas de Caseína para identificação dos queijos da Canastra, que é a primeira região brasileira a utilizar oficialmente esse tipo de ferramenta de rastreabilidade. 

A etiqueta, que é comestível, é elaborada a partir de uma proteína retirada do próprio leite. Ela é colocada no queijo no momento da fabricação, o que garante que somente os queijos produzidos na Região do Queijo da Canastra e que seguem o modo de produção indicado pelo regulamento de uso e possuem situação regular nos órgãos de inspeção podem utilizá-la. Ao identificar o queijo da região, o selo dificulta que produtores de outras regiões utilizem o nome Canastra indevidamente. 

Os três primeiros dígitos do código contido na parte inferior da etiqueta indicam o produtor, o da Roça da Cidade é o 001, e os cinco últimos o queijo em si. Nesse site é possível digitar o código do queijo que você comprou e ter acesso às informações, garantindo ao consumidor a rastreabilidade e origem do produto.

Oficina para crianças na Roça da Cidade.

Crianças da Canastra aprendendo a fazer o queijo.

Pontos de venda

>> Queijo com Prosa
>> Armazém São Roque
>> Casa Bonomi

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Fazenda Matinha do Ouro

Comerciantes-mapa, Produtores-mapa

4 de fevereiro de 2018

Eliana e seu marido Otusseziano Freitas, conhecido como Otinho, produzem queijo na Fazenda Matinha do Ouro há quatro gerações, caminhando para quinta.

O filho do casal, Otusseziano Junior, 19 anos, já aprendeu a receita e decidiu que sua profissão é ser produtor de queijo canastra.

Os queijos são feitos a partir do leite cru de um rebanho de 50 vacas “tatu com cobra”, que produzem um leite rústico ordenhado manualmente. Eles estão localizados em uma das áreas mais nobres da Serra da Canastra, conhecida como “Matinha”, que fica no alto da Cachoeira do Cerradão, micro-terroir com um clima único que faz com que o sabor dos seus queijos não possam ser copiados em outra fazenda.

Eliana apresenta seu queijo saído da forma. FOTO: Arnaud Sperat Czar/Profession Fromager

Os queijos são curados por no mínimo 30 dias e vendidos por encomenda. Eles curam com técnicas aprendidas nos cursos de cura da SerTãoBras em São Roque de Minas e seus queijos podem ser encontrados em restaurantes em São Paulo e Rio de Janeiro.

Telefones: (37) 999681612 (37) 998703047  ou (37) 998072170

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Entenda como a certificação de origem pode proteger o queijo canastra

Consumo, Queijo

28 de dezembro de 2017

Há alguns dias, João Leite produtor de queijo da Canastra se deparou com uma cena indecorosa em um hotel ao lado do aeroporto de Confins em Belo Horizonte. No café da manhã, uma mesa de queijo industriais de leite pasteurizado feitos por um laticínio de Piumhi anunciava com um grande banner “queijos região da Serra da Canastra”. “– Isso é um crime contra nosso patrimônio!” reclamou João. A montagem exposta na propaganda utilizou ainda uma foto da sala de cura de queijos do próprio João, publicada pela SerTãoBras.

Mas por que isso é um crime? O advogado Fabrício Welge, especialista em Direito Intelectual, nos explica nessa entrevista exclusiva as particularidades e direitos de um produto que tem sua origem certificada.

Quem pode legalmente usar hoje em dia a marca “região da Canastra” nos seus queijos? 

FW: Primeiramente, é importante fazer uma distinção entre indicação geográfica CANASTRA e a marca REGIÃO DO QUEIJO DA CANASTRA.

A Indicação geográfica designa um produto pelo seu nome geográfico como originário de uma área delimitada quando determinada reputação, qualidade ou características são atribuídas a esta origem geográfica.

A indicação geográfica se divide em duas espécies; indicação de procedência e denominação de origem. Em breve síntese, a indicação de procedência exige que o local seja famoso pelo seu produto, na denominação de origem se comprova o vínculo do produto com o meio geográfico, pelos fatores naturais e humanos.

Nesse sentido, o nome geográfico CANASTRA foi reconhecido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, como indicação geográfica, na modalidade indicação de procedência, através de processo de registro número IG201002, para o produto queijo feito de leite cru, produzido em uma área delimitada que compreende os municípios de Piumhi, Vargem Bonita, São Roque de Minas, Medeiros, Bambui, Tapirai e Delfinópolis, com uma área total de 7.452 Km², tendo como requerente do pedido a Associação dos Produtores de Queijo Canastra (APROCAN), em 13 de março de 2012.

A Indicação geográfica CANASTRA é um direito de todos os produtores que estão estabelecidos na região, associados ou não a APROCAN. No entanto, devem cumprir com o Regulamento de uso da Indicação geográfica, como está devidamente registrado junto ao INPI.

Atentamos que o Regulamento de uso da Indicação geográfica CANASTRA não estabeleceu nenhum critério além da legislação para a produção do queijo feito de leite cru. O Regulamento de uso descreveu o saber fazer do queijo feito de leite cru e implementou normas de controle para garantir a origem do queijo.  

Ou seja, qualquer produtor de queijo feito de leite cru, tem o direito de usar o nome geográfico CANASTRA em seus queijos, rótulos ou embalagens, desde que legalizado e submetido ao controle que é realizado pela APROCAN, visto que é a entidade gestora da Indicação geográfica.

Apesar do registro junto ao INPI, o processo de controle ainda está sendo implementado pela APROCAN. O controle será feito através de placas de caseínas com o nome geográfico CANASTRA e uma numeração para identificar o produtor e lote de produção, garantido a origem e a qualidade do queijo.   

REGIÃO DO QUEIJO DA CANASTRA, por sua vez, é uma marca coletiva registrada em nome da APROCAN. A marca coletiva é aquela usada para identificar produtos ou serviços provindos de membros de uma determinada entidade.  

Neste caso, somente os associados da APROCAN podem usar a marca coletiva REGIÃO DO QUEIJO DA CANASTRA. A finalidade da APROCAN com a marca coletiva é fortalecer, estabelecer elos e ampliar a proteção da designação CANASTRA, através do programa Parceiro Guardião. Os produtores de queijos e dos demais associados da APROCAN, desde que cumpram com o Regulamento da marca coletiva, poderão fazer uso da mesma.

A marca coletiva REGIÃO DO QUEIJO DA CANASTRA tem por objetivo uma função de origem e uma função de produto ingrediente. Como exemplo, lojas especializadas em queijos ou bistrôs, que queiram usar a marca coletiva, para identificar o seu estabelecimento, desde que venda o queijo CANASTRA, promovendo e protegendo a origem CANASTRA, devem se associar a APROCAN. Outro exemplo são os produtos derivados, como o pão de queijo. A empresa que fabrica pão de queijo e deseja identificar o seu produto com a marca coletiva em conjunto com a marca própria da empresa, como se fosse uma marca ingrediente, deverá se associar e cumprir com o Regulamento e seus anexos. Assim, todo o produto que possuir a marca REGIÃO DO QUEIJO DA CANASTRA tem a garantia que este produto realmente foi produzido com o queijo CANASTRA.  

O consumidor ao ver a marca coletiva REGIÃO DO QUEIJO DA CANASTRA terá a certeza que aquele estabelecimento ou aquele produto está vinculado, de uma forma ou de outra, a entidade que representa os produtores, no caso, a APROCAN.   

En reunião para evitar fraudes contra o queijo Canastra. Da esquerda para direita: Ricardo Boscaro (Sebrae), João Leite (Aprocan), Fabiana (Sebrae), Vinícius (Sebrae), Liliane (Aprocan), Valéria (Aprocan) e Fabrício Welge.

Laticínios instalados na Canastra têm direito de mencionar o nome “Canastra” em seus rótulos?

FW: O Regulamento da Lei n. 14.185/2002, do Estado de Minas Gerais, que dispõe sobre o processo de produção de queijo minas artesanal, aprovado pelo Decreto n. 42.645/2002, estabelece, no artigo 3, inciso I que o queijo Minas Artesanal é o queijo elaborado na propriedade de origem do leite, à partir do leite cru, hígido, integral e recém ordenhado, utilizando-se na sua coagulação coalho de origem animal, e no ato do prensagem somente o processo manual, e que o produto final apresente consistência firme, cor e sabor próprios, massa uniforme, isenta de corantes e conservantes, com ou sem olhaduras mecânicas, conforme a tradição histórica e cultural da região do Estado onde for produzido.

Com base na Lei, um laticínio, que compra leite de outras propriedades ou, ainda, que produz queijo de leite pasteurizado, mesmo que instalado na área delimitada da região do queijo da CANASTRA, não poderá usar no rótulo ou embalagem o apelo geográfico CANASTRA para identificar e vender seus queijos.

Famílias de produtores de queijo clandestino que historicamente fazem queijo canastra podem usar o nome Canastra ao vender seus produtos? Ou só produtores associados? 

O problema quanto as famílias de produtores de queijo clandestino, que historicamente fazem o queijo, é que, por força de lei, não poderiam colocar o seu produto no mercado. Não se trata de usar ou não a indicação geográfica CANASTRA, o problema é outro, a nossa legislação que cria imensas burocracias para o produtor de queijo artesanal.

A APROCAN possui um corpo técnico que auxilia os produtores de queijo no processo de formalidade. Nenhum produtor de queijo, associado ou não, que esteja na informalidade, a princípio, poderia vender queijo.

Como sabemos que não é esta a realidade, a APROCAN também vem lutando por uma legislação mais justa, visto o movimento do abaixo assinado Produtos agroartesanais sem fronteiras, que tem como finalidade colher assinaturas para pressionar o governo por um novo marco legislativo.

 

Quais são as punições legais para pessoas que usam o nome da Canastra em eventos e promoções sem comprovar que os produtos que está promovendo são originais? 

FW: Indicação geográfica é uma figura do Direito Industrial, estabelecida na Lei da Propriedade Industrial – LPI, n. 9279/96.

O crime contra a indicação geográfica está caracterizado no artigo 192 da LPI. A norma dita que é crime importar, vender, expor, oferecer a venda ou ter em estoque produto que apresente falsa indicação geográfica; com pena de detenção de 1 (um) a 3 (três) meses, ou multa. Falsa indicação geográfica é a indicação geográfica que não a verdadeira. Como exemplo; CANASTRA não é um tipo de queijo, mas sim um nome geográfico reconhecido, uma região. Usar o nome geográfico de forma que não a verdadeira é empregar o mesmo falsamente.

Atentamos que outros dispositivos da mesma lei também caracterizam o uso indevido da indicação geográfica CANASTRA. O artigo 195 da LPI dita que é crime empregar meio fraudulento para desviar em proveito próprio ou alheio cliente de outrem; com pena de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. Queijo tipo Canastra é o uso abusivo e pode configurar crime de concorrência desleal.  

Quem faz uso indevido da indicação geográfica CANASTRA pode responder civil e penalmente. Logo, medidas judiciais poderão ser ajuizadas, como busca e apreensão, indenizatórias e penais, para responder e compensar o uso ilícito.  

 

E o mercado central de Belo Horizonte, seria melhor fazer uma campanha e seminários de conscientização com os lojistas ou o caminho seria judicial?

FW: O primeiro passo em relação ao Mercado Central, e outros mercados, é a conscientização dos lojistas e consumidores, através de campanhas e seminários.

Minas Gerais possui diversas regiões de queijos artesanais, como exemplo: Araxá, Salitre, Serro, Alagoa, Campo das Vertentes etc. O lojista do Mercado Central, ao identificar o queijo Canastra de Araxá, ou Araxá tipo Canastra, está confundindo o consumidor e desvalorizando ambas as regiões. Araxá, por exemplo, tem queijos de produtores maravilhosos, como exemplo o queijo Senzala da produtora Marly Leite, que ganhou medalha Super Ouro, no concurso mundial de queijos na França.

Foto do Instagram da Casa Mineira.

É importante uma campanha para a valorização de todas as regiões produtoras de queijos artesanais, para que o consumidor conheça cada região e as características de queijos vindos destas regiões.  Não existe uma região melhor do que a outra, cada região possui as suas características, que imprime no queijo a identidade da região.   

A APROCAN luta pela conscientização e conta com a cooperação dos lojistas e dos consumidores, e não em punição ou medidas judiciais.

 

Existem dados ou pesquisas de consumidor para saberem o que eles entendem de uma IG ou denominação de origem? 

FW: Não, trata-se de tema muito novo no Brasil. Atualmente contamos com 56 indicações geográficas nacionais reconhecidas, a Europa possui cerca de 5 mil. O Brasil possui imensas riquezas, regiões com produtos incríveis, diversos potenciais de indicações geográficas que devem ser explorados.  

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Regras sanitárias constrangem produtores de queijo que querem usar o nome “Canastra”

Destaque, Para Produtores, Política, Produção, Queijo

30 de março de 2015

Desde que o queijo mineiro, artesanal e de leite cru, tem sido mais valorizado,
produtores têm inovado no modo de fazer e curar,
para diferenciar o produto e conquistar novos mercados.

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Queijo: período de maturação satisfatória chega a sete dias, diz pesquisa

Produção

16 de outubro de 2013

Estudo preenche uma lacuna para a liberação de venda e consumo do queijo Minas artesanal do Campo das Vertentes
Do 27º Congresso Brasileiro de Microbiologia
Estudo da UFMG apresentado no 27º Congresso Brasileiro de Microbiologia preenche uma lacuna para a liberação de venda e consumo do queijo Minas artesanal do Campo das Vertentes, para períodos de maturação inferiores a 60 dias. As autoridades de vigilância sanitária estabelecem que o queijo feito a partir do leite cru só pode ser liberado após 60 dias de maturação, período em que a contagem de microrganismos patogênicos, como o Staphylococcus aureus, é reduzida a níveis seguros para o consumo. Para períodos de manutenção mais curtos, é preciso que um estudo técnico-científico comprove uma redução satisfatória da população de microrganismos. No trabalho apresentado, os pesquisadores mostram que, no caso do queijo Minas produzido no Campo das Vertentes, o período de maturação satisfatória chega a sete dias em períodos chuvosos e 28 dias em períodos de seca.

O trabalho foi apresentado em painel no 27º Congresso Brasileiro de Microbiologia, que aconteceu em Natal (RN), de 29 de setembro a 3 de outubro. O resumo completo da pesquisa está disponível no link http://bit.ly/16dRtdH.

foca lisboa

Foto: Foca Lisboa/UFMG

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Vídeo: Presidente de sindicato francês degusta queijo canastra

Cultura, Mídia, Queijo

11 de outubro de 2013

Stéphane Vergne prova Canastra por SerTãoBras no Vimeo
Neste curto vídeo, o presidente do sindicato nacional dos queijeiros e curadores da França, Stéphane Vergne, degusta o queijo canastra, que ele chama de uma “grande descoberta”. Vergne descreve o queijo como um especialista e aconselha aos produtores brasileiros de queijo a documentar o histórico modo de fazer.

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