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Queijo
Categoria

Teta Cheese Bar

Destaque, Produtores-mapa, Queijo

27 de maio de 2019

Visitar o Teta é sempre uma supresa. O cardápio do bar gira de acordo com a disponibilidade dos queijos e muda toda semana. Para os mais gulosos, é possível levar pra casa uma peça ou um pedaço do seu queijo preferido. A dica é pedir os conselhos da “cheesemonger” Marina Cavechia para saber com quais alimentos ou bebidas combinar cada queijo!

A loja conta com sempre com 25 tipos de queijos, podendo chegar a 50 ou 60 dependendo da época do ano. Os queijos são principalmente de Minas Gerais, São Paulo, SC, Brasília, Goiás e Nordeste. Um queijo coalho de Aracaju é uma das peças raras.

Três ambientes

“O Teta não é grande, mas muito aconchegante. O maior desafio foi adaptar a venda de queijos às tecnologias resfriamento que têm hoje no Brasil. Ainda não avançamos muito nesse setor por aqui” disse Marina.

O espaço é dividido em três ambientes. Na frente, uma vitrine refrigerada com os queijos brasileiros. Vaca, cabra, ovelha, búfala, pasteurizado, cru, com mofo branco, com mofo azul, casca lavada, com cinza de carvão vegetal… ao lado dela uma estante expõe os queijos sem refrigeração, de massa dura, que tem grande rotatividade. Os queijos são vendidos a granel e em pedaços. Dando continuidade à loja, o balcão do bar vendide chops e cervejas artesanais. Atrás do balcão e na sobreloja mesinhas acolhem os clientes. No quintal, é possível comer queijo e tomar cerveja debaixo de uma linda mangueira.

História

O Teta Cheese Bar nasceu da ideia de três amigos. Marina Cavechia, mineira criada em BH, André Vasquez de Porto Alegre e Pablo Julio, de BH, planejaram o empreendimento por dois anos e inauguraram em 15 de Março de 2018.

Antes, Marina tinha uma sociedade com André. Eles montaram junto um clube de cervejas por assinatura, “ohmybeer”. Após três anos, Marina se apaixonou por queijos e começou a se especializar no assunto. Fez todos os cursos possíveis no Brasil: com Hervé Mons, David Asher, Delphine Geahnte, e o curso de imersão de cura no centro Mons de Formação na França.

A ideia inicial era abrir uma loja especializada, mas acabou evoluindo para o conceito de cheese-bar. Pablo Julio entrou para o trio para dar o toque gastronômico no bar. O chef de cozinha Gabriel Rogério também ajudou a construir o conceito do Teta.

FOTO: Rodrigo Ribeiro

Educação queijeira

O Teta é parceiro da SerTãoBras no Festival Fermentar, que teve sua primeira edição em agosto de 2018.

Festival fermentar - Brasilia

Facebook – Teta Cheese Bar

Instagram – Teta Cheese Bar

Tel: 61 99223 8429

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Queijo Dona Iaiá

Produtores-mapa, Queijo

6 de maio de 2019

“O queijo Dona Iaiá representa não só a tradição do patrimônio imaterial mineiro, mas também uma saborosa forma de homenagem a minha mãe, por todo carinho e amor que ela sempre dedicou ao processo de fabricação” conta Estela Mares, filha de Dona Iaiá e incentivadora do seu trabalho.

Com sabor único típico da região do Serro, a produção deste queijo se funde com a própria história da dona Iaiá e antecessores, que desde o inicio da produção foi uma fonte alternativa de renda e sobrevivência.

Dona Iaiá, essa mulher guerreira, nasceu em Santo Antônio do Rio do Peixe, hoje Alvorada de Minas, a 20 km da cidade do Serro/MG.

Dona Iaiá / FOTO: Estela Mares

Filha de Jaime Quitungo e D. Cotinha Simões, Dona Iaiá morava em um retiro com 14 irmãos, onde produziam rapadura, farinha de milho, café e o delicioso queijo curado que era vendido a um tropeiro de um lugarejo vizinho chamado Gororós.

D. Iaiá casou-se com seu primo Múcio Simões e foi morar em uma fazenda em Conceição do Mato Dentro/MG, onde foi abençoada com oito filhos. Entretanto, em 1972, resolve separar-se e começar uma vida com muita luta e perseverança para receber parte da fazenda que lhe pertencia.

Em 1980 conseguiu o desejado e recomeçou com poucos recursos, mas com a ajuda dos filhos, Mucinho e Marcelo, retomou o ofício que aprendeu com o pai. A produção começou a crescer e ser apreciada em toda região.

Débora Pereira, Estela Mares e Hervé Mons / FOTO: Débora Pereira

Em 2017, após aposentar-se, sua filha, Estela Mares, resolve aprender o ofício que a mãe realiza com tanto amor e dedicação.

Estela Mares, que sempre teve a mãe como inspiração de mulher, de mãe, de guerreira vitoriosa, acabou se apaixonando também pelos queijos, e assim, sem perder a essência da produção artesanal com todo o zelo e amor da mãe, acrescentou a maturação. Adquiriu mais experiência participando da missão técnica na França em 2017, organizada pela SerTãoBras e Faemg, e fez os cursos de cura com os franceses Hervé Mons e Delphine Geant.

Pouco a pouco, o queijo da D. Iaiá transformou-se em um produto de primeira linha, aprovado pelos paladares mais exigentes, sem perder a característica já nele impressa desde os primórdios. “Fazer queijo é preservar a nossa história, tem toda a dimensão emocional e afetiva que amamos tanto, estou muito feliz!” exclama Estela.

FOTO: Estela Mares

Seu queijo ganhou medalha de bronze em 2017  e 2018 no III e IV  PRÊMIO QUEIJO BRASIL em São Paulo e foi ouro na concurso popular elaborado pela Emater na cidade do Serro.

Onde Comprar

Tupigua – Mercado Central de Belo Horizonte

Empório Du Carmo – Prudente de Moraes

Fazenda de Minas – Savassi

Fazenda Alegria – BH

Chico Severino – BH

Fito – Produtos sem agrotóxicos – BH

Contato

http://instagram.com/queijodonaiaia

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Fazenda Nova Califórnia

Produtores-mapa, Queijo

3 de maio de 2019

Vinícius Leite e sua esposa Sulamita Fernandes começaram a produzir queijo Minas artesanal em 2007. Antes disso, eles moravam no Pará. Mas a saudade da família era grande e decidiram voltar para Sacramento, Minas Gerais.

Com familiares trabalhando na área, surgiu a ideia de tirar leite para fazer queijo. Decidiram arriscar! Em dezembro de 2007, Vinícius alugou um sítio e comprou 10 vacas, dando início a atividade queijeira. No início entregavam a pouca produção de queijo para atravessadores. Com o passar do tempo e as dificuldades surgindo, pararam com a produção e passaram somente a entregar leite para laticínio.

Em março de 2018 surgiu a oportunidade de oficializar a produção. A fazenda foi certificada pelo IMA após toda a adequação necessária. O queijo foi fortalecido com a criação de uma marca para poder concorrer nesse mercado tão competitivo.

FOTO: Vinícius Leite

Atualmente o queijo Caxambú medalhista na região, está ficando cada vez mais conhecido no mercado e portas estão se abrindo, a meta de Vinícius e Sulamita é expandir e melhorar cada vez mais.

Pontos de Vendas

Supermercado Maiza – Sacramento, MG
Supermercado Skaf – Sacramento, MG
Pastelaria Canastra – Sacramento, MG
Padaria Nossa Senhora – Sacramento, MG

Contato

34 99830 4060

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Queijaria Bolderini

Destaque, Produtores-mapa, Queijo

25 de abril de 2019

Quinta geração de produtores de queijo, o casal Felipe e Talita Bolderini fazem queijos frescos, curados e manteiga em Pindamonhagaba, São Paulo.

A Queijaria Bolderini começou há quase 100 anos na atividade leiteira, quando o bisavô Ivo Couto iniciou sua atividade no Sítio São Benedito, no pé da Serra da Mantiqueira. Aproveitando o baixo custo das terras no estado, devido a crise mundial do café, Ivo vendeu sua propriedade no sul de Minas e comprou uma fazenda em Pindamonhangaba, SP.

As atividades na fazenda foram paralisadas na década de 70 e retomadas em 2000, quando o bisneto de Ivo, Darrier, junto com sua esposa, Luiza Bolderini decidiram reiniciar sua produção leiteira na propriedade.

Em 2018 o Sr Felipe Bolderini (quinta geração da família) e sua esposa Talita, decidiram voltar para suas origens, deixando para trás a carreira na área industrial. Iniciaram uma pequena produção artesanal de queijos, que já fazia parte da tradição de seus avós.

FOTO: Talita Bolderini

Diante do significado de família e sempre buscando o melhor do campo, surgiu a Queijaria Bolderini, que tem o desejo de manter viva a sua história. A agropecuária é feita de maneira natural, com vacas no pasto e bezerro ao pé da vaca.

“Queremos que nossos queijos estejam presentes na vida dos consumidores e que levem suas complexidades de sabores e as qualidades que prezam” diz Talita.

GAMA DE QUEIJOS

FOTO: Talita Bolderini

Queijo Malacaxeta:sabor suave, massa compacta e com variação no seu tempo de maturação, a partir de 15 dias.

FOTO: Talita Bolderini

Queijo Canário com banhos regulares de urucum, sua maturação chega a ser de 30 dias. Com casca alaranjada, como canários e por dentro leve cor amarelado e sabor suave.

FOTO: Talita Bolderini

Grana Fideli a partir de técnicas italianas com sabores acentuado e textura granulada.

Eles produzem também malacaxeta com cachaça, queijo temperado e manteiga.

Contato:

(12) 99776-0045 whatsapp

http://instagram.com/queijaria_bolderini

http://facebook.com/queijariabolderini

[email protected]

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Fazenda São Victor – queijo do Marajó

Produtores-mapa, Queijo

16 de abril de 2019

A paixão pelo queijo existe há mais de 200 anos na família de Marcus e Cecília que é bastante tradicional como criadores de búfalos na Ilha de Marajó.

A história da Fazenda São Victor inicia no ano 2000, quando depois de um período estudando agbusiness nos Estados Unidos, Marcus Pinheiro decidiu voltar ao Brasil para iniciar a criação de búfalas leiteiras na fazenda, foi então que Cecília e Marcus Pinheiro começaram a produzir o queijo do Marajó, em 2006.

FOTO: Fernando Sette

Hoje o queijo de Marajó possui certificado artesanal, produzindo em média 70 quilos diários. A qualidade do queijo produzido pela fazenda São Victor repercute nas diversas premiações recebidas, como em 2012 que foi consagrado o melhor queijo do Marajó no III Búfalo Fest, em 2017 Primeiro lugar no XII Encontro nacional de criadores de búfalos e II Marajó búfalos, neste mesmo ano ganhou Medalha de Bronze no III Prêmio Queijo Brasil e em 2018 Super Ouro na quarta edição do Prêmio Queijo Brasil.

O queijo feito por Cecília e Marcus não contém conservantes e é feito 100% com leite de búfala.

FOTO: Fernando Sette

A produção do queijo se inicia normalmente um dia anterior, quando é feita a filtragem e desnate do leite. Se usa em média sete litros de leite de búfala para a fabricação de um quilo de queijo Marajó. Em seguida ele vai para o tanque onde será fermentado. Após esse processo é feito o corte da coalhada e eliminação do soro. Em seguida é medida a acidez para ver se é preciso acrescentar leite à massa que será aquecida, espremida. Nesse momento o queijo adquire consistência e é realçado na cor branco.

Cecília explica sobre as fases finais do processo de produção “elas são cruciais para garantir a qualidade e sabor do queijo. Algumas etapas são efetuadas até que, na fase final, é aplicado o resfriamento para posteriormente, a moagem da massa, que é aquecida de novo, colocado o creme de leite e com o uso de uma colher é agitada até a fusão atingir a consistência desejada. Na sequência, enformamos em recipientes próprios e embalamos à vácuo”, complementa a produtora.

A queijaria fica 8 km do Porto da fazenda. “Na época que o Marajó fica cheio de água e não podemos fazer esse percurso de carro, os queijos são levados de búfalo até o porto. Depois seguem de barquinho para a cidade Soure e de lá seguem em um barco maior para fazer a travessia da baía para a Capital, onde será distribuído. Em média só isso leva 24 horas” explica Cecília.

Atualmente os queijos são vendidos em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Goiás, Santa Catarina e Belém.

Pontos de Vendas:

Galeria do queijo SP
Armazém do Mineiro SP
Mestre queijeiro SP
Os legítimos quitutes de Minas SP
Armazém São Paulo – SP
Sonhos de queijo / Campinas
Imediatto /Campinas
Santo João – em Piracicaba
Na Venda – RJ
Produtos DOC  RJ
Tarsitano produtos de origem -Brasília
Emporio Capital Brasília
Varanda Artesanais Brasília
Ao queijo – Florianópolis
Dom Rico – Goiânia

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Armazém Daíza

Comerciantes-mapa, Consumo, Produtores-mapa, Queijo

15 de abril de 2019

O Armazem Daíza é uma história de amor pelos queijos e produtos regionais começada em novembro de 2017.

No começo o Armazém era ambulante. Maria Luiza Valente levava seus produtos aos clientes de Kombi, indo de condomínio a condomínio, o que até hoje faz parte do seu dia-a-dia.

A ideia da Kombi surgiu no dia que eu fui dispensada do meu trabalho e passei na padaria e não encontrava vaga para estacionar. Pensei no quanto era prático o esquema de comércio ambulante que existia na época da minha infância, quando minha mãe comprava pão, leite, carne e verduras na porta de casa. ” Maria Luiza.

Com a necessidade de ampliar os negócios e melhor atender o público, em março de 2018, Maria Luiza e seu marido decidiram abrir um pequeno ponto fixo com uma vitrine cheia de queijos.

A loja foi estabelecida como uma filial da Kombi , contando com ajuda de um funcionário, disponibilizando maior quantidade de produtos por ter mais espaço, sem contudo alteração na qualidade.

“A necessidade de ter um espaço fixo, veio com a descoberta de vários queijos, que ficavam difíceis de carregar e expor na Kombi.”
Maria Luiza

Fotografia: Armazém Daíza

E a variedade é grande !  O Armazém revende queijos  de leite de vaca, de búfala, de cabra de diversas origens. Os tradicionais da Serra da Canastra e Serro, os frescos feitos  na região, da Serra das Antas, e os paulistas Pardinho Artesanal e Pé do Morro.

Lá você ainda pode encontrar vinhos, cachaça, cervejas artesanais, cafés, doces David, Rocca, geleias Mermeleia, Do Bem, sucos, massas, molhos e biscoitos.

Vale a pena conhecer e experimentar a extensa variedade de produtos artesanais desse Armazém!

Contato:

Endereço:  Rua Padre Teixeira, n° 2580, São Carlos, SP, cep 13560210

Telefone (16) 98126-5972

Site: https://armazem-daiza.negocio.site/

Facebook: https://www.facebook.com/armazemdaiza/

Instagram: http://instagram.com/armazemdaiza

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