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Queijo J&C, Serra da Canastra

Produtores-mapa, Queijo

8 de dezembro de 2019

Jadir da Costa Pereira e sua esposa Cida fabricam queijo na Fazenda São Bento (Vargem Grande Serra da Canastra), continuando uma tradição familiar de várias gerações.

Cida e Jadir.

“Cresci vendo meus pais fazendo queijo, eles trabalhavam na fazenda do Carlito e da Rosa, onde a tradição do queijo artesanal é antiga. Morei com eles até a idade de 27 anos. Desde 1983 comecei a fazer queijos, já paramos algumas vezes porque as condições de vida são difíceis para o pequeno produtor, mas sempre voltamos e continuamos pois essa tradição é familiar, é a nossa raiz. Nós participamos do Mundial do Queijo do Brasil em Araxá e lá percebemos que nosso queijo tem futuro!” disse

Os queijos frescal, meia cura e curado são vendidos no próprio local. Também é possível encomendar para entrega por queijeiros parceiros.

A gama de produtos artesanais da fazenda é enriquecida com manteiga de leite cru e doces. Os doces são feitos no tacho de cobre em fogão à lenha, receita de família.

“Todos nossos produtos são sem conservantes, sem aditivos. No queijo usamos leite, sal, coalho e pingo, que garante o sabor e a qualidade do queijo” disse Jadir.

Ele está no momento fazendo as adaptações necessárias para regularizar a produção de acordo com o estipulado pelo Serviço de Inspeção Municipal – SIM da prefeitura de São Roque de Minas, Minas Gerais.

O rebanho de 68 vacas felizes, sendo 48 leiteiras, pastam em campos naturais à vontade, na propriedade de 49 hectares. O casal recebe turistas para conhecer de perto o seu modo de fazer queijo e as belezas da natureza da fazenda.

Contato

Telefone: (37) 9 9806 3486
(37) 9 9955 5242

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Chico Severino, loja de queijos em Belo Horizonte

Comerciantes-mapa, Destaque, Produtores-mapa

5 de dezembro de 2019

Chico Severino é uma loja especializada em queijos artesanais mineiros que vende no local e pela internet .

A gama de mais de 60 variedades de queijos é exclusivamente feita de leite cru de vaca, cabra ou ovelha só do Estado de Minas Gerais.

Queijos Maria Nunes (Serro), queijo Carranca e queijo do Vau. FOTO: @baldobaldobaldo3

O cliente encontra preciosidades recém inventadas como o Névoa Valençuai, de cabra, do Rancho das Vertentes (Barbacena) e o queijo de leite de vaca do Cerrado “Manoel” do curador João Bello (Cerrado), maturado com cinzas em Belo Horizonte.

FOTO: Francisco Vicente

Além de queijos bem tradicionais, como o “Dona Iaiá” de Conceição do Mato Dentro da produtora Marília Simões Jorge.

Queijaria Chico Severino / FOTO: Francisco Vicente

Todos os queijos são certificados e muitos deles premiados nacionalmente e internacionalmente das regiões queijeiras tradicionais de Minas Gerais e de outros lugares , prezando por produções sustentáveis e que adotem boas práticas higiênico-sanitárias.

FOTO: Chico Severino

Os sócios viveram uma reconversão profissional para chegar no mundo dos queijo. Paulo Roberto de Melo, foi arquiteto por 20 anos. Mas sempre teve um “pé na roça” da Serra da Canastra, pois sua família é de Piumhi-MG.

Paulo e Francisco. FOTO: .chicoseverino.com/

“Respeito e parceria com os produtores; comprometimento com a tradição do Queijo Minas Artesanal; ética e profissionalismo para proporcionar a melhor experiência para os nossos clientes são os nossos valores”, disse Paulo.

Francisco Vicente Severino, que batizou a loja, trabalhou no mercado financeiro agrícola até decidir Artesanal com certificação em produção de queijos do Serro e da Canastra e especialista em pecuária de leite. Além da loja, ele continua trabalhando com amostragem, coleta, transporte e qualidade do leite; melhoramento genético e controle zootécnico de rebanhos leiteiros. Seu foco é a produção de leite a pasto, com vacas bem nutridas e confortáveis e manejo homeopático, assim como produção de leite orgânico. É Pós-graduando em Pecuária Leiteira.

FOTO: Chico Severino.

“Nossa principal meta é valorizar e promover o Queijo Minas Artesanal e outros queijos artesanais do estado, produzidos fora do circuito das regiões tradicionais, oferecendo qualidade, variedade e uma completa experiência sobre os sabores e a cultura do tradicional queijo mineiro” disse Chico.

FOTO: Paulo Roberto

Degustações dirigidas

Paulo e Chico realizam também eventos de degustação de descoberta des queijos mineiros. Acompanhamentos como goiabada, doce de leite, geleias, café e cachaça compõem a experiência gustativa autêntica da gastronomia caipira queijeira. Tudo em um só local, uai!

Degustação no restaurante Dona Lucinha, em Belo Horizonte. FOTO: @juniagarridofotografia
FOTO: Paulo Roberto

Contato

>> Site
>> Instagram

31 3267-3198 / 31 99789-5272

Rua Grão Mogol, 614, Carmo – Belo Horizonte MG

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Canastra Três Irmãs

Canastra, Produtores-mapa, Queijo

4 de dezembro de 2019

FOTO: Milena Alves

Milena Alves da Silva é produtora do queijo canastra “Três Irmãs”, na fazenda São Bento, em Vargem Grande, município de São Roque de Minas. A fazenda está aberta para a visitação de turistas e clientes. Os queijos são vendidos principalmente frescos.

Queijo Três Irmãs.FOTO: Milena Alves
FOTO: Milena Alves

O queijo foi batizado de Três Irmãs em homenagem a última geração, as três filhas do casal Elmo e Renilda Silva: Emilayne Aparecida da Silva, Milena Alves da Silva e Mirella Cristina da Silva.

Da esquerda para direita, Emilayne, Milena e Mirella.

“É nessa pequena fazenda que a família Silva tira seu sustento através do queijo há mais de 4 gerações. A receita passa de mãe para filha, nosso queijo é feito com dedicação e com amor desde minha bisavó, que usa o pingo, leite, coalho, sal e muito capricho. Nós mantemos a mesma atenção no modo de fazer queijo, para ter sempre um excelente sabor que agrega valor.” disse Milena.

Queijo Canastra. FOTO: Milena Alves
FOTO: Milena Alves

O rebanho conta com 25 cabeças que tem alimentação suficiente nos 12 hectares de pasto. A raça é tatu com cobra (holandesa e mestiças), o mais rústica possível para se adaptar bem a Serra da Canastra.

FOTO: Milena Alves

Contato: Milena (37) 9 9838 6055
Email: [email protected] (Milena) ou [email protected] (Millany)

FOTO: Milena Alves

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Rota do Rancho, Canastra

Produtores-mapa, Queijo

4 de dezembro de 2019

Rota do Rancho é o queijo da Canastra feito pelo casal Ariele e Cailon Pereira na fazenda Sapecado, em Vargem Grande, microrregião da Serra da Canastra.

Rancho da Serra. FOTO: Ariele Santos
FOTO: Ariele Santos
Ariele e Cailon.
FOTO: Ariele Santos

“Somos fabricantes de queijos a gerações. Trazemos em nosso DNA essa cultura essa tradição, e no rosto as marcas de quem trabalha de sol a sol incessantemente. Fabricamos queijos, como nossos antepassados, praticamente da mesma forma porém, como tudo na vida, também evoluímos.
Hoje onde vivemos, estamos melhorando nossa estrutura, modernizando nosso dia a dia e usando novas tecnologias. Todavia não foi sempre assim…
Há alguns anos, nos mudamos para cá com a intenção de melhorar as coisas, porém não havia nada, nem curral, nem queijaria, nem casa, nem nada que se possa esperar para se fazer nosso trabalho. Apenas um ranchinho sem energia nem água encanada. O dia a dia era buscar água no córrego para tudo, minha mãe cozinhava no fogão a lenha e fazíamos os queijos ali mesmo. Quando chovia, ah quando chovia… A lama tomava conta de tudo, chegava a entrar nas botas. A água do córrego ficava lamacenta, coletávamos água da chuva para usar. Nessa época de chuva sempre se vendeu queijo muito barato, era muito difícil.

Antiga queijaria, o rancho. FOTO: Ariele Santos

Porquê a Rota do Rancho

A ordenha era feita no curral e depois era necessário levar o leite até o rancho, não havia ainda a queijaria nova. Na época de mais leite, o transporte era em carrinho de mão, quando era pouco, ia em baldes nas costas. Essa era a rota que fazíamos várias vezes ao dia: a rota do rancho.
Tudo muda. Aqui também não é diferente, também mudou.
Hoje temos uma boa queijaria não precisamos mais transportar o leite. Fazemos o melhor que podemos para fabricar um bom produto. Novos horizontes, novas responsabilidades. Porém em nossas mentes sempre permanecerá viva a lembrança da ROTA DO RANCHO.

Vista da nova estrutura. FOTO: Ariele Santos
FOTO: Ariele Santos
FOTO: Ariele Santos

No começo, a gente fazia queijo por necessidade, hoje é mais que isso, fazemos queijo porque queremos investir em um produto de qualidade, diferenciadodisse Cailon.

FOTO: Ariele Santos

Na fazenda, eles vendem queijos frescos e curados. O rebanho de 50 cabeças tatu com cobra pasta à vontade na propriedade de 70 hectares. Tudo é feito à mão. Todos os queijos são de leite cru, como é tradição na região.

“Acreditamos que o queijo deve ser o mais natural possível: leite, coalho, pingo e sal. Nenhum aditivo, conservante ou processo mecânico, tudo é artesanal, temos orgulho de nossos queijos” disse Ariele.

Os queijos são vendidos no local ou por telefone.

Contato:

Fazenda Sapecado/Vargem Grande
Estrada São Roque de Minas / Leites Km8
Facebook: Rota do Rancho
Instagram: @rotadorancho
Tels: (37) 9 9959 7248 ou (37) 9 9915 1741
[email protected]

Fotos: Cailon Pereira Silva

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Queijaria Ribeiro Fiorentini

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3 de dezembro de 2019

Um percurso em fermentação acelerada

Foi de Izabela Fiorentini, esposa de Wagner Ribeiro, a ideia de começar a fazer queijo na fazenda Bem Aventurança em 2018. Hoje, depois de muitos cursos e estudos para aprimorar as técnicas de fabricação e cura.

Queijo triplo creme Petit.

O resultado é uma gama variada de queijos de massas mole e dura: Chou, Valentina e a última novidade do casal é o “Petit”, um triplo creme inspirado na receita do queijo francês Brillat-Savarin (foto acima). “Aprendi essa receita com Hervé Mons no festival Fermentar em Goiânia e estou aprimorando a cada dia” contou Wagner.

FOTO Bruno Marinho

Como tudo começou…

A história de Wagner Ribeiro e Izabela Fiorentini começou quando ele decidiu investir em uma fazenda para seu pai em 2014, um grande sonho familiar. No início, os investimentos e a falta de experiência levaram a uma enorme dificuldade financeira. Apesar de alcançarem excelentes indicadores, somente o faturamento do leite não era suficiente para sustentar o negócio.

Pasto à vontade e água fresca: sonho de toda vaca feliz. FOTO Bruno Marinho

A crise os impulsionou a buscar conhecimentos. Em 2016 participaram de cursos e palestras. Em 2017, Wagner foi para Chapecó-SC, assistir ao maior evento da pecuária leiteira do Sul do País, InterleiteSul. Hoje o pasto da fazenda é irrigado e em rotação.

FOTO Bruno Marinho

Foi então que, em meio a crise da greve dos caminhoneiros em junho de 2018 no Brasil, Izabela viu um vídeo de um produtor abrindo seu tanque de leite e jogando tudo fora. Ela pensou: ” que desperdício, por que não fazer queijo?”

“Iniciamos com queijo frescal até chegarmos nos queijos maturados e mofados”, disse Izabela.

FOTO Bruno Marinho

Coração do Vale do Rio Doce

A Fazenda Bem- Aventurança, sede da Queijaria Ribeiro Fiorentini, fica no Vale do Rio Doce, próximo a Governador Valadares/ MG, no município de Tumiritinga.

A baixa altitude, altas temperaturas e falta de cultura de maturação de queijos tornaram seu maior desafio.

FOTO Bruno Marinho

” A fabricação dos nossos queijos inicia-se no cuidado e carinho com os animais” disse Wagner.

O pasto em quantidade e qualidade, higiene na ordenha, controle rigoroso de contagem de células somáticas e manejo são essenciais. A finalização ocorre dentro da queijaria, onde tudo é feito artesanalmente e só com ingredientes naturais: leite. coalho, sal e fermentos.

Prêmios

FOTO Bruno Marinho

1 Bronze no “Mundial do Queijos do Brasil 2019” (Queijo Chou)
1 Prata no “V Prêmio Queijo Brasil 2019” (Queijo Valentina)
3 Bronzes no “V Prêmio Queijo Brasil 2019” (Queijo Chou, Prensado e Meia Cura).
Essas são as primeiras premiações que vem para o Vale do Rio Doce para queijos artesanais produzido com leite cru.

Pontos de Venda

Belo Horizonte
Cachaçaria e Queijaria Tupiguá
Roça Capital

Governador Valadares
Padaria Betel
Padaria Lopes
Padaria Guanabara
Pão Total
Padaria D’Lourdes
Supermercado Rio Doce
Padaria Califórnia

Contato

33 8448 4348 – Izabela Fiorentini
Facebook
Instagram


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Roça da Cidade

Canastra, Destaque, Produtores-mapa, Queijo

18 de novembro de 2019

O tataravô do João veio de Carrancas – Minas Gerais, visitar uns parentes e lá conheceu Dona Messias, filha de uma família abastada da região de Serrinha, município de São Roque de Minas. Anos depois se casaram e iniciaram a produção de queijo na Canastra. 

A paixão do João e da Maria José pelo queijo e por manter viva a cultura de suas famílias, fez nascer há mais de vinte anos a Roça da Cidade: uma fazenda produtora de Queijo Minas Artesanal da Serra da Canastra. A localização próxima à cidade rendeu um apelido carinhoso pela família que acabou inspirando o nome da fazenda, que está no município de São Roque de Minas – Minas Gerais, ao sopé da Serra da Canastra. 

Hoje, o filho mais velho, Hugo, arquiteto por formação, dá continuidade a essa paixão de cinco gerações, transformando aquilo que era para ser um hobby em um negócio, desenvolvendo sistemas e processos que melhoram a eficiência e qualidade, sem perder a essência e tradição.

Verdadeiras obras de arte feitas a mão a partir do leite cru ordenhado diariamente na própria fazenda, proveniente do rebanho de vacas das raças Girolando e Caracu alimentadas à pasto.

Os queijos são produzidos em pequenos lotes (30 a 35 peças por dia) respeitando os quatro únicos ingredientes tradicionais – leite cru, coalho, pingo e sal. Receita da família, aprimorada pelas técnicas de higiene e boas práticas de fabricação para garantir um produto de alta qualidade. 

Na Roça é produzido o famoso Canastra Real, de seis quilos e que consome cerca de 65 litros de leite na fabricação, além dos queijos Merendeiro (cerca de 4 litros) e Tradicional (cerca de 12 litros).

“Tudo é feito com calma e paixão, com Indicação Geográfica protegida por lei” diz Hugo Leite, filho de João que atualmente trabalha com o pai e assume a continuidade da tradição.

Queijo Canastra de terroir

Não só o clima e a localização fazem a produção da Roça da Cidade ser tão particulares, o queijo é maturado na própria fazenda antes de ser vendido, o que permite o desenvolvimento de uma casca e textura particular através da ação da microflora natural da Serra da Canastra, conferindo ao queijo identidade e sabor. Existem peças que são maturadas por um ano e até um ano e meio, adquirindo um sabor mais forte e peculiar.

A queijaria segue as normas de qualidade regulamentadas pelo IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária) e possui o SELO ARTE, que permite a comercialização em todo o território nacional.

Com tanta proximidade com São Roque de Minas a fazenda não podia deixar de interagir com a população. Em um projeto realizado pela Cooperativa Educacional de São Roque de Minas a Roça da Cidade abriu suas portas para jovens e crianças aprenderem mais sobre suas raízes, disponibilizando sua queijaria para eles colocarem a “mão na massa” e produzirem o queijo da Canastra pela primeira vez.

“O resgate da história da produção do queijo artesanal está contribuindo para a elevação da autoestima das pessoas que hoje percebem uma grande oportunidade de geração de renda e melhoria da qualidade de vida de nosso povo” conta Maria José, diretora da Cooperativa Educacional de São Roque de Minas e esposa de João Leite. 

A Roça é aberta para visitação durante todos os dias do ano e conta com infraestrutura para receber grupos maiores e interessados em conhecer a história do queijo, seu processo de fabricação e outras curiosidades da luta dos produtores de queijo da Serra da Canastra. Os queijos também podem ser enviados via Correios e transportadoras ou podem ser encontrados nos parceiros espalhados por todo o Brasil.

História

João Carlos Leite liderou a luta pela legalização do Queijo da Canastra. É um dos ativistas, resistindo em manter a qualidade do seu leite e seu queijo. Motiva os produtores da Serra da Canastra a fazerem cursos de maturação e melhorarem a identidade visual dos seus queijos. Sua maneira simples de viver e preservar a cultura do queijo artesanal – que hoje pode ser considerado em extinção – ajuda a luta dos produtores da Canastra para manter viva essa história.

Rastreabilidade

No dia 19 de fevereiro de 2019 foi lançado o uso oficial das Etiquetas de Caseína para identificação dos queijos da Canastra, que é a primeira região brasileira a utilizar oficialmente esse tipo de ferramenta de rastreabilidade. 

A etiqueta, que é comestível, é elaborada a partir de uma proteína retirada do próprio leite. Ela é colocada no queijo no momento da fabricação, o que garante que somente os queijos produzidos na Região do Queijo da Canastra e que seguem o modo de produção indicado pelo regulamento de uso e possuem situação regular nos órgãos de inspeção podem utilizá-la. Ao identificar o queijo da região, o selo dificulta que produtores de outras regiões utilizem o nome Canastra indevidamente. 

Os três primeiros dígitos do código contido na parte inferior da etiqueta indicam o produtor, o da Roça da Cidade é o 001, e os cinco últimos o queijo em si. Nesse site é possível digitar o código do queijo que você comprou e ter acesso às informações, garantindo ao consumidor a rastreabilidade e origem do produto.

Oficina para crianças na Roça da Cidade.

Crianças da Canastra aprendendo a fazer o queijo.

Pontos de venda

>> Queijo com Prosa
>> Armazém São Roque
>> Casa Bonomi

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