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Pardinho Artesanal – São Paulo

Destaque, Produtores-mapa, Queijo

29 de dezembro de 2019

Fotos Thomas Baccaro

Do alto dos montes íngremes de Pardinho, a 960 metros de altitude, a Fazenda Bela Vista produz os famosos queijos da gama Pardinho Artesanal, como o mandala e o cuesta. “Após 30 anos de seleção genética da raça Gir, a partir de um rebanho de linhagem indiana, começamos a perceber que os produtos feitos na fazenda (queijos, doce de leite e manteigas) tinham algo diferente em seu sabor. Dessa percepção veio, em 2013, a vontade de fazer queijos especiais, para evidenciar as peculiaridades do leite da raça Gir.”

“Para isso, sabíamos que era preciso buscar o que de melhor estava sendo produzido no mundo. Neste sentido, fizemos um programa de intercâmbio com produtores, técnicos e chefs franceses, buscando a base tecnológica para desenvolvermos nossos queijos, com suas características próprias, impressas pela Cuesta de Pardinho.”

Deste esforço inicial nasceu o queijo Cuesta, primeiro de Pardinho Artesanal e desde então não paramos de criar, sempre com o intuito de desenvolver sabores originais e que imprimam nossa identidade.”

“Logo entendemos que o método artesanal seria fundamental, aliado à maturação em caves subterrâneas, e a utilização das mais rígidas e avançadas técnicas de controle sanitário para viabilizar o uso do leite cru.

O rebanho, com 95 vacas em lactação, produz em média 700 litros/dia (2019).

Pardinho Artesanal faz parte do coletivo Caminho do Queijo Artesanal Paulista.

Prêmios

Cuesta – Ouro no Premio Queijo Brasil (2017)
Cuesta – Super Ouro no Mondial du Fromage em Tours (2019)
Mandala – Prata no Mondial du Fromage em Tours (2019)
Cuesta – Super Ouro no Mundial do Queijo Brasil em Araxá (2019)
CuestAzul – Ouro no Mundial do Queijo Brasil em Araxá (2019)
Mandala – Diamante no Mundial do Queijo Brasil em Araxá (2019)

Localização

Fazenda Bela Vista, na cidade de Pardinho – SP, Fica no alto da Cuesta, a 960m de altitude.

“Cuesta é uma forma de relevo em que colinas e montes têm um declive não simétrico, ou seja, suave de um lado e íngreme do outro. A palavra tem origem no idioma espanhol e significa encosta de uma colina ou monte. Em geologia e geomorfologia, cuesta refere-se especificamente a um cume assimétrico com inclinação longa e suave.”(Wikipedia)

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Canastra Raiz

Produtores-mapa, Queijo

27 de dezembro de 2019

Fotos Jayana Silva

Arlene e Aníbal Leite da Silva, da Fazenda Campo Formoso e Lapa, são produtores de queijo canastra em São Roque de Minas há mais de 3 gerações. Eles estão cadastrados pelo Serviço de Inspeção Municipal da prefeitura de São Roque de Minas.

“Sempre valorizamos o trabalho em família. Acreditamos que produzir e expandir nosso trabalho é nosso real objetivo: um queijo bem feito, caprichado, com sanidade e boas práticas” disse Aníbal.

Atrás a filha Janice, ao lado o pai Anibal e da mãe Arlene, na frente a filha Jayana e seus filhos Luiz Augusto e Ana Luiza.

O queijo canastra Raiz é vendido estilo tradicional, bem curado com sua casca amarela, e meia cura.

O rebanho de 112 animais de raça Girolando pasta em 69 hectares de terra aos pés da Serra da Canastra. As cachoeiras e toda atmosfera do terroir colaboram para a fabricação do autêntico queijo canastra.

“Estamos em processo de certificação pelo SIM de São Roque de Minas. Precisamos ainda de mais assistência e qualificação para avançar, estamos muito felizes com esse movimento de valorização está acontecendo pelo caminho da união dos produtores” disse o produtor.

Os queijos são vendidos no próprio local. A fazenda, que também é produtora de café, está aberta para receber turistas para ver o seu rebanho e conhecer as instalações.

Localização

Contato

Telefone: (37) 988284893
Email: [email protected]

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Sítio São José, Canastra

Produtores-mapa, Queijo

20 de dezembro de 2019

José Geraldo de Faria e sua esposa Helenice são produtores de queijo canastra no Sítio São José desde 2.000. Eles são a 4ª geração de produtores de queijo na família Faria.

FOTO: José Geraldo de Faria

A novidade é que a produção agora está certificada pelo Serviço de Inspeção Municipal – SIM de São Roque de Minas.

FOTO: José Geraldo de Faria

O rebanho é composto de 25 vacas de raça Girolando que pastam felizes em um terreno de 22 hectares (tem foto do rebanho e fazenda?).

FOTO: José Geraldo de Faria

A gama de queijos canastra é vendida no próprio local em várias maturações: fresco (1 a 7 dias), meia cura (7 a 15 dias) e curado (a partir de 21 dias). Os visitantes podem ainda se regalar com biscoitos caseiros, doces e leite cru. (tem fotos desses doces e biscoitos?)

FOTO: José Geraldo de Faria

A fazenda recebe visitas turísticas e de clientes.

À esquerda José Geraldo e à direita seu amigo Anilton, freguês de anos mora em São Paulo. FOTO: Acervo Pessoal

“Fazemos queijo canastra desde criança, quando eu ajudava os meus pais na lida da roça. Percebemos que o queijo canastra agora representa uma mudança na vida, nós acreditamos nisto. Eu e minha esposa Helenice trabalhamos com muita luta e dificuldades, mas graças à Deus estamos aqui, com coragem para melhorar nosso queijo cada dia mais” disse José.

Contato

Telefone (37) 9 9903 9022 (José Geraldo)

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Fazenda Zágaia, Serra da Canastra

Canastra, Produtores-mapa, Queijo

10 de dezembro de 2019

O casal Everaldo e Talita Borges são de uma família que produz queijo canastra desde 1974. Eles criam um rebanho de 36 vacas leiteiras de raça Caracu e Pantaneiro e cabras da raça Saanen.

FOTO: Everaldo Borges

A propriedade de 75 hectares tem a natureza típica dos campos da canastra e abundância de águas claras.

A fazenda fica no distrito São João Batista da Serra da Canastra, acessível pela estrada dos Leites ou por dentro do parque (verificar horários da portaria).

Queijo maturado no café. FOTO: Everaldo Borges

O tradicional canastra de casca natural é proposto em versão meia cura ou curado. Everaldo inova também com casca curada no café ou envolvida em cera de abelha, para preservar a umidade do queijo. A gama de queijos é enriquecida com massas filadas (cabacinha e nozinho) e queijos cabra.

FOTO: Everaldo Borges

A fazenda Zágaia recebe visitantes que podem ver a fabricação e desfrutar de outras delícias artesanais mineiras feitas no local: linguiça, doces caseiros, açúcar mascavo, carne de lata, verdura orgânica, ovos caipiras, pão de queijo e pastel.

“Todos os nossos produtos são naturais, sem conservantes, e feitos a mão. Nossa manteiga é de verdade, com o creme do nosso leite e sal, da forma mais simples e benéfica para a saúde” disse o produtor.

FOTO: Everaldo Borges

Os produtos da fazenda são vendidos no próprio local, por encomenda ou em feiras do distrito São João. A filha do casal, Evelyn Veronily, ajuda na venda das feiras, uma futura empresária do queijo!

FOTO: Everaldo Borges

Desde o início de 2019 o produtor começa a investir na formação de um rebanho caprino. “Queremos diversificar nossa produção para aumentar a venda local e deixar satisfeitos os clientes que vêm até aqui” disse Everaldo.

As cabras embelezam a paisagem da fazenda. FOTO: Everaldo Borges

Contato

Para visitas na fazenda: Everaldo – Tel: (34) 9 9952 3758
Email: [email protected]
Talita Borges no WhatsApp (35) 9 9764 2163
Facebook: Fazenda Zagaia
Instagram: QueijosZagaia

Everaldo com o queijo curado na cêra de abelha e o amigo Richard Rasmussen, apresentador de TV natural de São Roque de Minas. FOTO: Acervo Pessoal.

A Zagaia, uma velha história

O nome Zágaia foi batizado em homenagem à mítica fazenda Zagaia, onde viveram seus antepassados, hoje desapropriada e localizada dentro do parque. “Temos uma ligação forte com a história dessa fazenda e isso nos motivou a utilizar o nome em nossos produtos” conta Everaldo.

Muito antes da criação do PN da Serra da Canastra, a região era ocupada por fazendas em que a principal atividade era a criação de gado bovino. Em determinadas épocas do ano os rebanhos eram conduzidos para o mercado mais próximo, na região de Sacramento. Um trajeto longo, em que os peões passavam dias viajando. Próximo a Desemboque, o único local para descanso era esta fazenda, que também funcionava como estalagem. O peões e mineiros que por ali passavam ficavam hospedados na ida e na volta. A primeira parte da viagem transcorria sem maiores problemas, mas na volta, já com o dinheiro da venda do gado, eram convidados pelos proprietários da fazenda a pernoitarem no quarto maior pelo preço do menor, sem saber que escondida no teto, uma zagaia estava pronta para ser lançada sobre os incautos viajantes. A Zagaia consistia de uma peça de madeira com grande quantidade de pontas de ferro e era amarrada logo acima da cama, bem próxima do telhado. A outra ponta da corda ficava no quarto ao lado, aonde esperavam os bandidos. Ao escutar o viajante se mexendo na palha da cama, soltavam a corda e zagaia despencava, cravando suas pontas no cliente adormecido. Depois de roubar-lhe todos os pertences e dinheiro, jogavam o corpo em um precipício nos fundos da fazenda. Certa feita, um peão presenteou uma das escravas da fazenda com um rolo de fumo na sua viagem de ida. Condoída com a possibilidade de ver seu benfeitor morrer, já em seu retorno, a escrava o avisou da armadilha e se escondendo em outro ponto do quarto, o peão aguardou que os bandidos acionassem a Zagaia e depois matou a todos terminando com uma longa série de assassinatos. A fazenda ainda existe mas está em más condições.” Fonte: http://serradacanastra.tur.br/atracoes/historia/


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Queijo J&C, Serra da Canastra

Produtores-mapa, Queijo

8 de dezembro de 2019

Jadir da Costa Pereira e sua esposa Cida fabricam queijo na Fazenda São Bento (Vargem Grande Serra da Canastra), continuando uma tradição familiar de várias gerações.

Cida e Jadir.

“Cresci vendo meus pais fazendo queijo, eles trabalhavam na fazenda do Carlito e da Rosa, onde a tradição do queijo artesanal é antiga. Morei com eles até a idade de 27 anos. Desde 1983 comecei a fazer queijos, já paramos algumas vezes porque as condições de vida são difíceis para o pequeno produtor, mas sempre voltamos e continuamos pois essa tradição é familiar, é a nossa raiz. Nós participamos do Mundial do Queijo do Brasil em Araxá e lá percebemos que nosso queijo tem futuro!” disse

Os queijos frescal, meia cura e curado são vendidos no próprio local. Também é possível encomendar para entrega por queijeiros parceiros.

A gama de produtos artesanais da fazenda é enriquecida com manteiga de leite cru e doces. Os doces são feitos no tacho de cobre em fogão à lenha, receita de família.

“Todos nossos produtos são sem conservantes, sem aditivos. No queijo usamos leite, sal, coalho e pingo, que garante o sabor e a qualidade do queijo” disse Jadir.

Ele está no momento fazendo as adaptações necessárias para regularizar a produção de acordo com o estipulado pelo Serviço de Inspeção Municipal – SIM da prefeitura de São Roque de Minas, Minas Gerais.

O rebanho de 68 vacas felizes, sendo 48 leiteiras, pastam em campos naturais à vontade, na propriedade de 49 hectares. O casal recebe turistas para conhecer de perto o seu modo de fazer queijo e as belezas da natureza da fazenda.

Contato

Telefone: (37) 9 9806 3486
(37) 9 9955 5242

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Chico Severino, loja de queijos em Belo Horizonte

Comerciantes-mapa, Destaque, Produtores-mapa

5 de dezembro de 2019

Chico Severino é uma loja especializada em queijos artesanais mineiros que vende no local e pela internet .

A gama de mais de 60 variedades de queijos é exclusivamente feita de leite cru de vaca, cabra ou ovelha só do Estado de Minas Gerais.

Queijos Maria Nunes (Serro), queijo Carranca e queijo do Vau. FOTO: @baldobaldobaldo3

O cliente encontra preciosidades recém inventadas como o Névoa Valençuai, de cabra, do Rancho das Vertentes (Barbacena) e o queijo de leite de vaca do Cerrado “Manoel” do curador João Bello (Cerrado), maturado com cinzas em Belo Horizonte.

FOTO: Francisco Vicente

Além de queijos bem tradicionais, como o “Dona Iaiá” de Conceição do Mato Dentro da produtora Marília Simões Jorge.

Queijaria Chico Severino / FOTO: Francisco Vicente

Todos os queijos são certificados e muitos deles premiados nacionalmente e internacionalmente das regiões queijeiras tradicionais de Minas Gerais e de outros lugares , prezando por produções sustentáveis e que adotem boas práticas higiênico-sanitárias.

FOTO: Chico Severino

Os sócios viveram uma reconversão profissional para chegar no mundo dos queijo. Paulo Roberto de Melo, foi arquiteto por 20 anos. Mas sempre teve um “pé na roça” da Serra da Canastra, pois sua família é de Piumhi-MG.

Paulo e Francisco. FOTO: .chicoseverino.com/

“Respeito e parceria com os produtores; comprometimento com a tradição do Queijo Minas Artesanal; ética e profissionalismo para proporcionar a melhor experiência para os nossos clientes são os nossos valores”, disse Paulo.

Francisco Vicente Severino, que batizou a loja, trabalhou no mercado financeiro agrícola até decidir Artesanal com certificação em produção de queijos do Serro e da Canastra e especialista em pecuária de leite. Além da loja, ele continua trabalhando com amostragem, coleta, transporte e qualidade do leite; melhoramento genético e controle zootécnico de rebanhos leiteiros. Seu foco é a produção de leite a pasto, com vacas bem nutridas e confortáveis e manejo homeopático, assim como produção de leite orgânico. É Pós-graduando em Pecuária Leiteira.

FOTO: Chico Severino.

“Nossa principal meta é valorizar e promover o Queijo Minas Artesanal e outros queijos artesanais do estado, produzidos fora do circuito das regiões tradicionais, oferecendo qualidade, variedade e uma completa experiência sobre os sabores e a cultura do tradicional queijo mineiro” disse Chico.

FOTO: Paulo Roberto

Degustações dirigidas

Paulo e Chico realizam também eventos de degustação de descoberta des queijos mineiros. Acompanhamentos como goiabada, doce de leite, geleias, café e cachaça compõem a experiência gustativa autêntica da gastronomia caipira queijeira. Tudo em um só local, uai!

Degustação no restaurante Dona Lucinha, em Belo Horizonte. FOTO: @juniagarridofotografia

Loja de queijos Chico Severino

FOTO: Paulo Roberto

Contato

>> Site
>> Instagram

31 3267-3198 / 31 99789-5272

Rua Grão Mogol, 614, Carmo – Belo Horizonte MG

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