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Dois cursos queijeiros em São Roque de Minas

Cursos, Destaque, Queijo

9 de dezembro de 2019

Débora Pereira, mestre queijeira da Guilde Internationale des Fromagers e professora da Escola Mons na França estará em São Roque de Minas em janeiro para ministrar dois cursos profissionais:

  • Análise Sensorial e formação de jurados para concursos de queijos (programa e inscrição) (com degustação e “simulado” de concurso): dia 11 de janeiro. Curso certificado pela Escola Mons.
  • Cura de queijos, nível 1 (programa e inscrição): dia 12 de janeiro
O curso de jurados visa formar um batalhão de experts para o próximo Mundial do Queijo do Brasil. FOTO: Arnaud Sperat Czar/Profession Fromager

Da roça à loja, como fazer esse caminho

Na sexta-feira, dia 10 de janeiro, as 17h haverá uma reunião com produtores de queijo do Núcleo SerTãoBras Canastra, em parceria com a prefeitura de São Roque de Minas. O objetivo é motivar os produtores a saírem da clandestinidade e a começarem a se organizar de forma mais satisfatória para conquistarem novos mercados.

Nessa reunião, a empresária e comerciante de queijos Flávia Rogoski, da loja Bon Vivant, de Curitiba (Paraná) vai dar a palestra “Da roça à loja, como fazer esse caminho“. Ela vai explicar o que pesa na decisão de um cliente para comprar um queijo e dar dicas para melhorar as vendas.

Débora Pereira e Flávia Rogoski são membros da Guilde Internationale des Fromagers.
FOTO: Arnaud Sperat-Czar/Profession Fromager

O Serviço de Inspeção Municipal de São Roque de Minas

“O SIM de São Roque de Minas é uma luz no fim do túnel para nossos 800 pequenos produtores de queijo canastra. É a maneira mais simples de tirar nosso produto premiado da clandestinidade, dando qualidade e agregando valor ao nosso queijo, gerando emprego e gerando qualidade de vida para nossos produtores” disse o prefeito Roldão, de São Roque de Minas.

Roldão, que administra São Roque de Minas entre 2016 e 2020 e motiva a legalização dos produtores pelo SIM. Foto na queijaria do Gilson.

O associativismo na Serra da Canastra

Em outubro de 2019, foi criado o Núcleo SerTãoBras Canastra, em parceria com o Serviço de Inspeção Municipal da Prefeitura, para motivar novos “antigos” produtores a saírem da clandestinidade. Três reuniões já foram realizadas, no intuito de conscientizar os produtores sobre a responsabilidade exigida e os benefícios adquiridos no processo de formalização da produção queijeira. A próxima é dia 10 de janeiro 17h.

A Serra da Canastra é uma das regiões queijeiras que mais se destaca no cenário do queijo nacional. A SerTãoBras começou na Canastra em 2007 e desde sempre somos parceiros da Aprocan, associação pioneira pelo trabalho do queijo artesanal no Brasil. Em parceria, já realizamos cursos passados, com a professora Delphine Gehant da escola Enilbio de Poligny.

Para 2020, serão organizados cursos na escola de tecnologia queijeira de São Roque de Minas, que está sendo construída por iniciativa da Aprocan, com a ajuda Codevasf, da Prefeitura de São Roque de Minas e outros parceiros.

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Curso intensivo: panorama geral do queijo artesanal

Cursos, Destaque, Queijo

8 de dezembro de 2019

3 dias de curso de fabricação, cura e gestão de queijaria com Marly Leite na Fazenda Caxambu (Sacramento, Minas Gerais).

Pela primeira vez, a queijaria Senzala abre suas portas para contar o segredo do seu sucesso, com o objetivo de fortalecer a cultura queijeira brasileira.

Durante 3 dias, aproveite para mergulhar na teoria e prática da fabricação e maturação de queijos de massa prensada crua, da produção do leite à gestão de planilhas para assegurar a traçabilidade do queijo a ser comercializado.

Os cursos serão oferecidos na última semana de cada mês, duas turmas por semana. Uma começando na sexta feira 8h da manhã e terminando no domingo 15h e outra começando na segunda feira 8h da manhã e terminando na quarta 15h. Os participantes podem chegar na véspera, se preferirem, sem alteração do custo.

Programa e ficha de inscrição. Para inscrever: enviar a ficha de inscrição preenchida e assinada para [email protected]
O pagamento

O pagamento pode ser feito por transferência bancária para a Associação SerTãoBras:
– Caixa Federal
– Agência 0146
– Operação 003
– Conta corrente 3365-0
– CNPJ 10.246.584/0001-33

Ou você pode pagar pela loja do site (pagamento com cartão possível).

Calendário 2020

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Chico Severino, loja de queijos em Belo Horizonte

Comerciantes-mapa, Destaque, Produtores-mapa

5 de dezembro de 2019

Chico Severino é uma loja especializada em queijos artesanais mineiros que vende no local e pela internet .

A gama de mais de 60 variedades de queijos é exclusivamente feita de leite cru de vaca, cabra ou ovelha só do Estado de Minas Gerais.

Queijos Maria Nunes (Serro), queijo Carranca e queijo do Vau. FOTO: @baldobaldobaldo3

O cliente encontra preciosidades recém inventadas como o Névoa Valençuai, de cabra, do Rancho das Vertentes (Barbacena) e o queijo de leite de vaca do Cerrado “Manoel” do curador João Bello (Cerrado), maturado com cinzas em Belo Horizonte.

FOTO: Francisco Vicente

Além de queijos bem tradicionais, como o “Dona Iaiá” de Conceição do Mato Dentro da produtora Marília Simões Jorge.

Queijaria Chico Severino / FOTO: Francisco Vicente

Todos os queijos são certificados e muitos deles premiados nacionalmente e internacionalmente das regiões queijeiras tradicionais de Minas Gerais e de outros lugares , prezando por produções sustentáveis e que adotem boas práticas higiênico-sanitárias.

FOTO: Chico Severino

Os sócios viveram uma reconversão profissional para chegar no mundo dos queijo. Paulo Roberto de Melo, foi arquiteto por 20 anos. Mas sempre teve um “pé na roça” da Serra da Canastra, pois sua família é de Piumhi-MG.

Paulo e Francisco. FOTO: .chicoseverino.com/

“Respeito e parceria com os produtores; comprometimento com a tradição do Queijo Minas Artesanal; ética e profissionalismo para proporcionar a melhor experiência para os nossos clientes são os nossos valores”, disse Paulo.

Francisco Vicente Severino, que batizou a loja, trabalhou no mercado financeiro agrícola até decidir Artesanal com certificação em produção de queijos do Serro e da Canastra e especialista em pecuária de leite. Além da loja, ele continua trabalhando com amostragem, coleta, transporte e qualidade do leite; melhoramento genético e controle zootécnico de rebanhos leiteiros. Seu foco é a produção de leite a pasto, com vacas bem nutridas e confortáveis e manejo homeopático, assim como produção de leite orgânico. É Pós-graduando em Pecuária Leiteira.

FOTO: Chico Severino.

“Nossa principal meta é valorizar e promover o Queijo Minas Artesanal e outros queijos artesanais do estado, produzidos fora do circuito das regiões tradicionais, oferecendo qualidade, variedade e uma completa experiência sobre os sabores e a cultura do tradicional queijo mineiro” disse Chico.

FOTO: Paulo Roberto

Degustações dirigidas

Paulo e Chico realizam também eventos de degustação de descoberta des queijos mineiros. Acompanhamentos como goiabada, doce de leite, geleias, café e cachaça compõem a experiência gustativa autêntica da gastronomia caipira queijeira. Tudo em um só local, uai!

Degustação no restaurante Dona Lucinha, em Belo Horizonte. FOTO: @juniagarridofotografia
FOTO: Paulo Roberto

Contato

>> Site
>> Instagram

31 3267-3198 / 31 99789-5272

Rua Grão Mogol, 614, Carmo – Belo Horizonte MG

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Queijaria Ribeiro Fiorentini

Destaque, Produtores-mapa, Queijo

3 de dezembro de 2019

Um percurso em fermentação acelerada

Foi de Izabela Fiorentini, esposa de Wagner Ribeiro, a ideia de começar a fazer queijo na fazenda Bem Aventurança em 2018. Hoje, depois de muitos cursos e estudos para aprimorar as técnicas de fabricação e cura.

Queijo triplo creme Petit.

O resultado é uma gama variada de queijos de massas mole e dura: Chou, Valentina e a última novidade do casal é o “Petit”, um triplo creme inspirado na receita do queijo francês Brillat-Savarin (foto acima). “Aprendi essa receita com Hervé Mons no festival Fermentar em Goiânia e estou aprimorando a cada dia” contou Wagner.

FOTO Bruno Marinho

Como tudo começou…

A história de Wagner Ribeiro e Izabela Fiorentini começou quando ele decidiu investir em uma fazenda para seu pai em 2014, um grande sonho familiar. No início, os investimentos e a falta de experiência levaram a uma enorme dificuldade financeira. Apesar de alcançarem excelentes indicadores, somente o faturamento do leite não era suficiente para sustentar o negócio.

Pasto à vontade e água fresca: sonho de toda vaca feliz. FOTO Bruno Marinho

A crise os impulsionou a buscar conhecimentos. Em 2016 participaram de cursos e palestras. Em 2017, Wagner foi para Chapecó-SC, assistir ao maior evento da pecuária leiteira do Sul do País, InterleiteSul. Hoje o pasto da fazenda é irrigado e em rotação.

FOTO Bruno Marinho

Foi então que, em meio a crise da greve dos caminhoneiros em junho de 2018 no Brasil, Izabela viu um vídeo de um produtor abrindo seu tanque de leite e jogando tudo fora. Ela pensou: ” que desperdício, por que não fazer queijo?”

“Iniciamos com queijo frescal até chegarmos nos queijos maturados e mofados”, disse Izabela.

FOTO Bruno Marinho

Coração do Vale do Rio Doce

A Fazenda Bem- Aventurança, sede da Queijaria Ribeiro Fiorentini, fica no Vale do Rio Doce, próximo a Governador Valadares/ MG, no município de Tumiritinga.

A baixa altitude, altas temperaturas e falta de cultura de maturação de queijos tornaram seu maior desafio.

FOTO Bruno Marinho

” A fabricação dos nossos queijos inicia-se no cuidado e carinho com os animais” disse Wagner.

O pasto em quantidade e qualidade, higiene na ordenha, controle rigoroso de contagem de células somáticas e manejo são essenciais. A finalização ocorre dentro da queijaria, onde tudo é feito artesanalmente e só com ingredientes naturais: leite. coalho, sal e fermentos.

Prêmios

FOTO Bruno Marinho

1 Bronze no “Mundial do Queijos do Brasil 2019” (Queijo Chou)
1 Prata no “V Prêmio Queijo Brasil 2019” (Queijo Valentina)
3 Bronzes no “V Prêmio Queijo Brasil 2019” (Queijo Chou, Prensado e Meia Cura).
Essas são as primeiras premiações que vem para o Vale do Rio Doce para queijos artesanais produzido com leite cru.

Pontos de Venda

Belo Horizonte
Cachaçaria e Queijaria Tupiguá
Roça Capital

Governador Valadares
Padaria Betel
Padaria Lopes
Padaria Guanabara
Pão Total
Padaria D’Lourdes
Supermercado Rio Doce
Padaria Califórnia

Contato

33 8448 4348 – Izabela Fiorentini
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Roça da Cidade

Canastra, Destaque, Produtores-mapa, Queijo

18 de novembro de 2019

O tataravô do João veio de Carrancas – Minas Gerais, visitar uns parentes e lá conheceu Dona Messias, filha de uma família abastada da região de Serrinha, município de São Roque de Minas. Anos depois se casaram e iniciaram a produção de queijo na Canastra. 

A paixão do João e da Maria José pelo queijo e por manter viva a cultura de suas famílias, fez nascer há mais de vinte anos a Roça da Cidade: uma fazenda produtora de Queijo Minas Artesanal da Serra da Canastra. A localização próxima à cidade rendeu um apelido carinhoso pela família que acabou inspirando o nome da fazenda, que está no município de São Roque de Minas – Minas Gerais, ao sopé da Serra da Canastra. 

Hoje, o filho mais velho, Hugo, arquiteto por formação, dá continuidade a essa paixão de cinco gerações, transformando aquilo que era para ser um hobby em um negócio, desenvolvendo sistemas e processos que melhoram a eficiência e qualidade, sem perder a essência e tradição.

Verdadeiras obras de arte feitas a mão a partir do leite cru ordenhado diariamente na própria fazenda, proveniente do rebanho de vacas das raças Girolando e Caracu alimentadas à pasto.

Os queijos são produzidos em pequenos lotes (30 a 35 peças por dia) respeitando os quatro únicos ingredientes tradicionais – leite cru, coalho, pingo e sal. Receita da família, aprimorada pelas técnicas de higiene e boas práticas de fabricação para garantir um produto de alta qualidade. 

Na Roça é produzido o famoso Canastra Real, de seis quilos e que consome cerca de 65 litros de leite na fabricação, além dos queijos Merendeiro (cerca de 4 litros) e Tradicional (cerca de 12 litros).

“Tudo é feito com calma e paixão, com Indicação Geográfica protegida por lei” diz Hugo Leite, filho de João que atualmente trabalha com o pai e assume a continuidade da tradição.

Queijo Canastra de terroir

Não só o clima e a localização fazem a produção da Roça da Cidade ser tão particulares, o queijo é maturado na própria fazenda antes de ser vendido, o que permite o desenvolvimento de uma casca e textura particular através da ação da microflora natural da Serra da Canastra, conferindo ao queijo identidade e sabor. Existem peças que são maturadas por um ano e até um ano e meio, adquirindo um sabor mais forte e peculiar.

A queijaria segue as normas de qualidade regulamentadas pelo IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária) e possui o SELO ARTE, que permite a comercialização em todo o território nacional.

Com tanta proximidade com São Roque de Minas a fazenda não podia deixar de interagir com a população. Em um projeto realizado pela Cooperativa Educacional de São Roque de Minas a Roça da Cidade abriu suas portas para jovens e crianças aprenderem mais sobre suas raízes, disponibilizando sua queijaria para eles colocarem a “mão na massa” e produzirem o queijo da Canastra pela primeira vez.

“O resgate da história da produção do queijo artesanal está contribuindo para a elevação da autoestima das pessoas que hoje percebem uma grande oportunidade de geração de renda e melhoria da qualidade de vida de nosso povo” conta Maria José, diretora da Cooperativa Educacional de São Roque de Minas e esposa de João Leite. 

A Roça é aberta para visitação durante todos os dias do ano e conta com infraestrutura para receber grupos maiores e interessados em conhecer a história do queijo, seu processo de fabricação e outras curiosidades da luta dos produtores de queijo da Serra da Canastra. Os queijos também podem ser enviados via Correios e transportadoras ou podem ser encontrados nos parceiros espalhados por todo o Brasil.

História

João Carlos Leite liderou a luta pela legalização do Queijo da Canastra. É um dos ativistas, resistindo em manter a qualidade do seu leite e seu queijo. Motiva os produtores da Serra da Canastra a fazerem cursos de maturação e melhorarem a identidade visual dos seus queijos. Sua maneira simples de viver e preservar a cultura do queijo artesanal – que hoje pode ser considerado em extinção – ajuda a luta dos produtores da Canastra para manter viva essa história.

Rastreabilidade

No dia 19 de fevereiro de 2019 foi lançado o uso oficial das Etiquetas de Caseína para identificação dos queijos da Canastra, que é a primeira região brasileira a utilizar oficialmente esse tipo de ferramenta de rastreabilidade. 

A etiqueta, que é comestível, é elaborada a partir de uma proteína retirada do próprio leite. Ela é colocada no queijo no momento da fabricação, o que garante que somente os queijos produzidos na Região do Queijo da Canastra e que seguem o modo de produção indicado pelo regulamento de uso e possuem situação regular nos órgãos de inspeção podem utilizá-la. Ao identificar o queijo da região, o selo dificulta que produtores de outras regiões utilizem o nome Canastra indevidamente. 

Os três primeiros dígitos do código contido na parte inferior da etiqueta indicam o produtor, o da Roça da Cidade é o 001, e os cinco últimos o queijo em si. Nesse site é possível digitar o código do queijo que você comprou e ter acesso às informações, garantindo ao consumidor a rastreabilidade e origem do produto.

Oficina para crianças na Roça da Cidade.

Crianças da Canastra aprendendo a fazer o queijo.

Pontos de venda

>> Queijo com Prosa
>> Armazém São Roque
>> Casa Bonomi

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Queijo do Serro ganha museu e espaço multicultural

Cultura, Destaque

22 de outubro de 2019

Por Débora Pereira

Para a valorização do queijo artesanal e incentivo ao turismo na cidade do Serro, Minas Gerais, foi inaugurado o Salão do Queijo Artesanal do Serro – um museu e espaço multiuso para colocar a iguaria preferida dos mineiros em evidência.

Queijos do Serro. FOTO: Débora Pereira/SerTãoBras

O evento, que aconteceu no final de semana do feriado de 12 de outubro,  contou com palestras técnicas, salão do agronegócio e uma cerimônia de homenagens a personalidades que trabalharam pelo queijo do Serro, eleitos “Guardiões do Queijo”. Entre elas Maria Coeli Simões, que escreveu o livro “Memória e Arte do Queijo do Serro” (com fotos inéditas das fazendas antigas), Walfrido dos Mares Guia, ex-ministro de Turismo do governo Lula, os presidentes da associação dos produtores artesanais do Serro e do do sindicato dos Produtores rurais do Serro, respectivamente Carlos da Silveira Dumont e Roberto de Castro Teixeira… e eu, que adoro a região!

Como moro na França, enviei mamãe, Heloisa, que adorou tudo. O fundo musical do final de semana ficou por conta da Bolerata, onde grupos musicais se revezavam nas varandas dos casarões antigos.

Mamãe, ao centro, sem saber por onde começar… FOTO: Tales Pereira/SerTãoBras.

Só tenho lembranças boas do Serro. Emoldurado pela Serra do Espinhaço e com abundância de cachoeiras, o Serro é um lugar de memória de uma Minas antiga, que conta sua história no ritmo manso de seu casario e igrejas, de suas ruas tranquilas. Não existe melhor paisagem para saborear o queijo do que a vista dos morros e igrejas, de preferência acompanhada da cachaça Menina Branca. Lecionei um curso de cura na cidade com a professora francesa Delphine Gehant  e trouxe os queijos da cooperativa para curar na França. Após 8 meses de cura, os queijos foram selecionados para compor o menu de degustação do jantar da Guilde Internationale des Fromagers na edição do Salão do Queijo de Paris em 2017. Um dia para não esquecer.

Para quem quer aprofundar no queijo do Serro, o documentário do IEPHA conta tudo.

CooperSerro: Maior cooperativa de queijo artesanal de Minas Gerais

A cooperativa dos produtores rurais do Serro foi fundada, em  janeiro de 1964, por 42 produtores rurais, com a finalidade de valorizar e proteger o Queijo do Serro. Presente nos municípios de Serro, Alvorada de Minas, Serra Azul de Minas, Santo Antônio do Itambé, Sabinópolis e Dom Joaquim, a ela agrega 145 produtores de queijo artesanal e de leite.

Além do trabalho com o queijo artesanal, a cooperativa tem mais de 600 associados e conta com 115 colaboradores,  atuando em cinco unidades produtivas: Fábrica de Laticínios, Fábrica de Ração e Supermercado, Entreposto do Queijo Minas Artesanal no Serro, e Loja do Ceasa, em BH.

Carlos da Silveira Dumont, o presidente eleito democraticamente já acumula oito mandatos consecutivos, estando no cargo há 21 anos.

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