Variados tipos de queijo chamam atenção no Brasil Rural Contemporâneo

do site do Ministério do Desenvolvimento Agrário (23/11/2012)

Uma das novidades nessa edição da Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo 2012 é a Casa do Queijo. Com 11 empreendimentos produtores de queijo, o espaço permite ao visitante degustar uma enorme variedade do produto de diferentes regiões do País. São formas e sabores variados produzidos pelas mãos de quem têm conhecimento tradicional na arte de fazer queijo.

Feira apresenta diversos tipos de queijos produzidos em todo território nacional (Foto: Eduardo Aigner/MDA)

Serrano, provolone, coalho, parmesão, temperado e muito mais. Quem visitar a Feira poderá experimentar diversos sabores e não apenas na Casa do Queijo. É possível encontrá-los também nos outros espaços destinados aos estados. O agricultor Luis Carlos Cordova, 43 anos, é um exemplo de quem segue a tradição da família. Da Serra Catarinense, município de Lages (SC), Luis Carlos produz há 20 anos o queijo serrano.

Feito de leite fresco, o queijo serrano tem sabor diferente e chama a atenção dos visitantes. Luis Carlos participa pela primeira vez da Feira e afirma ter a intenção de fazer parte da próxima. Ele conta que o produto tem história centenária. “É um tipo de queijo tradicional produzido nas serras do país. Na Serra Catarinense é o preferido”, relata. O agricultor produz cerca de 700 peças de queijo por mês e trouxe uma parte para o visitante da Casa do Queijo experimentar.

E como não poderia faltar, o queijo mineiro também está representado no espaço. O agricultor Geraldo Martins, 37, do município de Medeiros (MG), trouxe o queijo Canastra. Ele representa a Associação dos Produtores de Queijo Canastra (Aprocan) que esteve presente em todas as edições da Feira. “Eu vim pela primeira vez, mas a associação faz questão de participar, é uma feira maravilhosa”, ressalta.

Para Geraldo, que cresceu vendo seus pais trabalharem na produção de queijo, não teria outra profissão a não ser essa. “Desde os meus 16 anos faço queijo”, confessa. Ele explica que o processo de fabricação do produto, derivado do leite, funciona por meio da concentração, coagulação e eliminação do soro.

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